Minha Vida Em Cor-de-rosa

Minha Vida Em Cor-de-rosa

Enviado por Rodrigo Borges em ter, 22/07/2008 - 12:06 tags:

Minha Vida Em Cor-de-rosa
Filme: Minha Vida Em Cor-de-rosa (1997) (Ma Vie En Rose)
Data: 16 de Agosto às 17 horas
Convidado para o Debate: Nelma Cabral, Psicanalista, membro do EBEP, professora do curso de Psicologia da Universidade Estacio de Sá.

Drama/Bélgica/França/Reino Unido (Duração: 88 min)

Dirigido por: Alain Berliner

Elenco:
Michèle Laroque, Jean-Philippe Écoffey, Hélène Vincent, Georges Du Fresne, Daniel Hanssens, Laurence Bibot, Jean-François Gallotte, Caroline Baehr, Julien Rivière, Marie Bunel, Gregory Diallo, Erik Cazals De Fabel, Cristina Barget, Delphine Cadet, Morgane Bruna.

Sinopse:
Passa-se na Bélgica, em alguma cidade da parte wallon (francofônica) não-identificada. Num bairro típico de classe média, careta, com visual bastante kitsch, chega a família Fabre, pai, mãe e suas quatro crianças. A peculiaridade dessa família é que seu filho mais novo, Ludovic, de sete anos, acha que é um menino-menina e que vai se transformar em menina a qualquer momento. A intolerância e a obtusidade da vizinhança faz com que ele sofra preconceito e rejeição. O argumento do filme é muito feliz em diversos aspectos. O uso de uma criança como protagonista levanta a questão da homossexualidade (neste caso, transexualidade) como condição inata, retirando a conotação de perversão e mostrando que não se trata de uma opção, uma escolha consciente, mas sim uma característica da pessoa, independente da sua vontade. A incorporação do universo lúdico da criança dá leveza ao filme sem lhe tirar a seriedade e, em sua delicadeza, deixa muito mais evidente o absurdo do preconceito. O menino que interpreta Ludovic (Georges Du Fresne) é de uma doçura ímpar que conquista o espectador com seu sorriso e seu olhar verdadeiros. Não há como fugir de um sentimento de melancolia e até de alguma lágrima escorrida ao vermos uma pessoa inocente e sem maldades sofrer preconceito e discriminação apenas por ser quem ela é, sem fazer mal a ninguém. Um filme especial, no tom certo e que pode até fazer com que as pessoas com um mínimo se sensibilidade repensem alguns de seus preconceitos.

Vencedor de Melhor Filme Estrangeiro, Globo de Ouro (1998).

Gostei muito, e o debate foi

Gostei muito, e o debate foi ótimo. Mas viu, a questão da homossexualidade é somente uma das...

Enviado por Anônimo em qui, 21/08/2008 - 13:27
No final das contas o filme

No final das contas o filme não falava sobre o que achavam que falava!. rs.

Enviado por Anônimo em ter, 16/09/2008 - 09:13
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