Os Anseios da Alma

Os Anseios da Alma

9. Quem dizem os homens que eu sou?

Enviado por Rodrigo Borges em qui, 25/12/2008 - 15:49 tags:
Domício Pereira de Mattos

Marcos 8:27

Homilia apresentada no domingo 23 de outubro de 2005, na Igreja Presbiteriana da Tijuca, Rio de Janeiro, no programa comemorativo dos 90 anos do pregador.

Esta pergunta é dirigida às pessoas de todos os tempos e de todos os lugares do mundo. Para respondê-la não basta conhecimento teórico e erudito a respeito de Jesus. Não basta ler as Escrituras e debruçar sobre os livros de teologia. A resposta legítima Deus concede às pessoas, quando elas seguem Jesus, assumindo suas palavras e ações. É dessa confissão que nasce a verdadeira comunidade – a Igreja. Foi assim que há alguns anos atrás, algumas pessoas se reuniram e formaram esta comunidade, a Igreja Presbiteriana da Tijuca... Uma associação de famílias? Um clube recreativo? Um partido com programa de salvação nacional? Não! Nasceu e existe até hoje e existirá sempre, enquanto o mundo for mundo, para proclamar: Jesus é o Cristo, o Filho de Deus! Jesus é o Senhor! E aqui continuará a comunidade respondendo sempre à pergunta de Jesus: “Vocês, meus discípulos, quem vocês dizem que eu sou?... E a cada domingo, e a cada encontro de fé, estarão aqui, respondendo, como Pedro respondeu, em nome dos apóstolos: “Tu és o Cristo o Filho de Deus!”

7. O que fazer de Jesus

Enviado por Rodrigo Borges em sex, 22/08/2008 - 20:49 tags:
Domício Pereira de Mattos


Mateus 27:22; ”Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então,
de Jesus, chamado Cristo?”
Pregação feita nas celebrações litúrgicas da Semana Santa,
na Sexta-feira da Paixão.

Emile Faguet, celebrado escritor francês, falecido em 1916, crítico e autor de livros, entre eles “O Culto da Incompetência” e “Horror da Responsabilidade”, criticou a sociedade de seu tempo, afirmando ser sua característica o que estava posto nos títulos desses livros: incompetência e horror de responsabilidades... Parece não ter havido muita mudança no comportamento social, sendo ainda hoje aquelas as características da sociedade humana: muita incompetência e falta de responsabilidade. Ninguém quer saber de assumir seus atos, principalmente quando postos à prova como, por exemplo, perante uma Comissão de Inquérito. A corrupção campeia por todos os lados, mas ninguém assume, são todos”inocentes”, mesmo diante de provas concretas... É o horror da responsabilidade!

6. Jesus dá sentido à vida

Enviado por Rodrigo Borges em qua, 23/07/2008 - 17:02 tags:
Domício Pereira de Mattos

Texto: João 21:3 “Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar... e
disseram-lhe os outros discípulos: também nós vamos contigo”...
Culto “In Memoriam” do presbítero Silas Pinto da Gama, falecido
em 18.08.2005, vítima de atropelamento, enquanto esperava
condução. Cerimônia realizada no templo da Igreja Presbiteriana de
Ramos em 02.10,2005, a pedido dos filhos.

Pedro tinha deixado de ser pescador para ser discípulo de Jesus. Foram magníficas e indescritíveis as experiências na companhia do Mestre... Agora, angustiado, em depressão física e psicológica, volta a ser pescador. Transmite seu desânimo e sua frustração aos companheiros de discipulado, os quais foram também com ele pescadores. “Vou pescar" diz Pedro e “nós também vamos contigo", disseram os outros. Não havia Jesus transformado todos eles em “pescadores de homens"? Não lhes dera a importante tarefa de anunciá-lo ao mundo?... É que para eles, até aquele momento, tudo parecia ter terminado na tragédia do Gólgota, com a morte na cruz do Mestre querido... A voz de Pedro explodiu no peito de cada um, nas duas palavras, expressando a derrocada: “Vou pescar!” Era como se dissesse: Volto à minha antiga profissão, pois a vida não tem mais sentido para mim!...

5. O melhor amigo

Enviado por Rodrigo Borges em ter, 15/07/2008 - 12:29 tags:
Domício Pereira de Mattos

"Vós sois meus amigos. Já não vos considero servos porque o servo
não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho vos chamado amigos!"
João 15: 14 e 15
(Na comemoração do Dia Mundial do Amigo)

Falar sobre amigo e amizade não é tarefa muito fácil, visto que existe muita contradição nesse comportamento humano e sua análise. A literatura está carregada de exemplos admiráveis de amigos que se deram um ao outro e se sacrificaram na fidelidade ao companheiro. Mas fala também de traições como a de Bruto (Marco Júnio), protegido de Júlio César, tratado como filho e amigo do imperador. Entrou numa conjuração ao lado  de Cássio contra César. Ao ver o amigo com o punhal erguido cobriu a cabeça com o manto e exclamou: “Tu quoque fili mi”- E tu também meu filho?!... Que bonita a história de Davi e Jônatas. Fizeram se amigos e se portaram como tal, arriscando-se na própria existência um e outro e na morte de seu amigo Davi pranteou, lamentou e expressou o seu mais profundo amor pelo filho de Saul... Que contra-senso a história dos dois irmãos gêmeos, Jacó e Esaú, em lugar de amizade fizeram-se inimigos. O pior é quando alguém se faz amigo para tirar proveito e vantagem dessa amizade. Daí a expressão popular “amigo urso” ou a jocosa expressão do que foi explorado; “mui amigo!?”. É pois grande felicidade o ter amigo no qual se pode confiar. O amigo que se torna como irmão, na linguagem de Provérbios 17:17,

4. Fortaleza Interna

Enviado por Rodrigo Borges em ter, 01/07/2008 - 18:22 tags:
Domício Pereira de Mattos

Ezequiel 3:24: "A mão do Senhor veio sobre mim e ele me disse:
levanta-te e sai para o vale, onde falarei contigo. Levantei-me e
saí para o vale e eis que a glória do Senhor estava ali, caí com o
rosto em terra. Então, entrou em mim o Espírito e me pôs em pé!"

Estamos diante de uma força que põe o homem de pé. Existem, entretanto, inúmeras forças que põem a criatura humana por terra. Exemplos: Jovem busca a realização pessoal. Encontra o emprego com o qual sonhava e atira-se nele com toda a disposição. O serviço exige dele mais energias do que tinha para dar. Sente-se fraco. Procura o médico, que o examina e descobre terrível mancha em seu pulmão. Vê-se obrigado a deixar o emprego e internar-se em clínica especializada... Ruiu por terra o sonho: essa força o derrubou, colocou-o por terra em completa desilusão... Família aparentemente feliz, casal e duas filhas encantadoras, contentes, mas começando a exigir dos pais muito mais do que eles podiam dar. Uma delas busca satisfazer as exigências em um casamento que parecia o rumo de tudo o que estava exigindo dos pais, mas o próprio tipo de suas exigências leva a união matrimonial a desfazer-se e volta para casa mais desiludida do que quando saiu... A outra não se interessava por coisa alguma senão pelo prazer do corpo e se desvia do lar para uma vida libertina... O pobre casal e a família começam a sentir essa força que derruba e joga a criatura por terra... E assim homens e mulheres, jovens e até adolescentes se vêem diante de forças que os oprimem por causa do amor não correspondido, da promessa não cumprida, da empresa que faliu, do ente querido que morreu, da tempestade que destruiu sua casa e tantas outras situações que acabam com os sonhos, ideais e a alegria de viver. Vale a pena pensar numa força diferente, que põe o homem de pé, ainda que tenha de levantá-lo das ruínas...

2. Eu sei que meu Redentor vive

Enviado por Rodrigo Borges em seg, 05/05/2008 - 23:09 tags:
Domício Pereira de Mattos

Texto “Oxalá minhas palavras fossem escritas e fossem gravadas na rocha: Eu sei que o meu Remidor vive! Jó 19:23 a 25.

Sermão pregado em culto de ação de graças pelo restabelecimento de grave enfermidade da irmã Jéssica da Gama Rocha.

Remidor, aquele que redime. acode, socorre, ajuda, liberta, salva. Não importa o tipo de sofrimento, dor, angústia, desespero e mesmo o fim – a morte. Ele vive e me dá a certeza de que eu viverei nele ou com ele, para sempre! Isto é o que importa. Isto é o que nos leva a celebrar Ação de Graças e louvor...

1. Os Anseios da Alma

Enviado por Rodrigo Borges em ter, 29/04/2008 - 12:41 tags:
Domício Pereira de Mattos

Texto: João 7:37 “No grande dia da festa dos Tabernáculos
levantou-se Jesus e disse: Se alguém tem sede venha a mim e beba!”

Os Evangelhos registram encontros de Jesus com multidões e o seu sentimento amorável, compadecendo-se delas, porque as via como ovelhas sem pastor, oprimidas por ansiedades não satisfeitas, buscando, aflitas, lenitivo para suas aspirações. O texto em destaque registra um desses momentos: era a festa judaica dos Tabernáculos, em Jerusalém. A multidão ocupando os espaços do Templo e muitos juntos à porta, O ritual podia até ser pomposo, solene, magnificente, mas não respondia as aspirações daquelas ovelhas, as quais, aos olhos de Jesus, eram como se não tivessem pastor... De repente levantou-se o Mestre e disse em alta voz: “Se alguém tem sede venha a mim e beba!” É evidente que Jesus não se referia à sede física, de água potável, pois esta não faltava na cidade. Desde os tempos de Ezequias Jerusalém estava razoavelmente abastecida dessa água. Jesus referia-se à mesma água da qual falara, junto ao poço de Jacó, à mulher samaritana: “quem beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede...” Jesus corajosamente, em plena celebração judaica, em que o povo buscava respostas para suas ansiedades, se propunha a satisfazê-lo de maneira completa e cabal: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba!”. Dissemos corajosamente porque essa expressão não ficaria bem nos lábios de qualquer criatura humana: sejam guias religiosos, sábios e doutores, filósofos, ou cientistas. Imaginem que se levantassem Sócrates (filósofo), Darwin (cientista), Shakespeare (escritor), Napoleão Bonaparte (político e guerreiro) ou Lutero (guia religioso) e dissessem “Venham a mim e bebam” – que ridícula não se tornaria a expressão!?... Ela só fica bem e magnificamente posta nos lábios de Jesus Cristo: “Se alguém tem sede venha a mim e beba!” Jesus estava se referindo às aspirações humanas aos anseios da alma, de tudo aquilo que nos falta, embora estejamos ansiosamente buscando... Quais são os maiores anseios do coração humano, os seus mais ardentes desejos?

10. A Face Feminina da Igreja

Enviado por Rodrigo Borges em seg, 31/03/2008 - 14:54 tags:
Domício Pereira de Mattos

Lucas 8:1b a 3: "Os doze iam com Jesus e também algumas mulheres (...) Maria Madalena, Joana, Suzana e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com os seus bens." Mensagem no "Dia das Mães", ressaltando o papel da mulher na cristianização do mundo. O preconceito contra a mulher ainda existe ainda hoje na maioria das Igrejas.

3. Não nos ardia o coração?

Enviado por Rodrigo Borges em dom, 30/03/2008 - 22:14 tags:
Domício Pereira de Mattos

Lucas 24:32: Leitura dos versos 13 a 35 - Sermão pregado num dos Domingos da Páscoa.

Dois discípulos de Jesus fugiam de Jerusalém logo depois da crucificação do Mestre e estavam de volta à sua aldeia de Emaús. Tristes, abatidos e desanimados conversavam pelo caminho sobre os acontecimentos que levaram à morte o Senhor deles, Jesus de Nazaré.

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