Um breve pensamento
Resta saber se sentimos amor, se somos irmãos, se as diferenças não são capazes de fortalecer a desunião, se o sorriso é sincero, se a mão acolhe.
Resta entender se o ombro vai atenuar a dor, se a caminhada pode ser conjunta, se o “nós” jamais será “eu”, se o coletivo será pleno.
Enquanto isso, em passos lentos – mas firmes – segue nossa fé. Fé na vida, no acolhimento, no ensaio do amanhã, na vivência de família, no abraço solto, no sorriso rasgado de emoção, na correria das crianças, na lágrima da esperança e no festejar do hoje.
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